INSCRIÇÕES ABERTAS PARA OFICINA DE FOTOGRAFIA ANALÓGICA EM PRETO E BRANCO
O projeto tem como objetivo a preservação e difusão dos conhecimentos teóricos e práticos sobre a Fotografia Analógica com foco em películas preto e branco
A oficina “Analogic Wonderland - Fotografia Analógica: Preservação Teórica e Prática” foi criado com o objetivo de oferecer um caminho possível para artistas e entusiastas que buscam conhecimento para se expressar através desta forma de arte e que almejam descobrir novos caminhos ou se iniciar na produção artística através da fotografia analógica.
Contando com a supervisão e tutoria de Brianne Lee espera-se que ao final do curso os participantes tenham noção clara dos aspectos básicos de iluminação e composição de imagens, bem como dos processos de revelação e ampliação e estejam aptos a dar continuidade aos conhecimentos e saberes da fotografia analógica.
Os encontros acontecerão no período de 4 dias, em Março e Abril, quando serão realizadas aulas teóricas e práticas, totalizando cerca de 20 horas/aula que são oferecidas gratuitamente, incluindo todos os insumos para a realização das práticas.
Como resultado do projeto será realizado uma exposição gratuita das obras produzidas pelos participantes da oficina
As inscrições estão abertas até o dia 23 de março e podem ser feitas aqui.
A lista com os selecionados e segunda chamada será divulgada no dia 24 de março.



I Have no Heart surgiu em 2011 como temática para um exercício de graduação onde precisávamos alcançar o maior número possível de visualizações e/ou pessoas interessadas no assunto.
Em cerca de um mês foram impactadas mais de duas mil pessoas por uma rede social. Nela continham algumas imagens e textos que causavam reflexões sobre as prioridades humanas versus o capitalismo.
Uma das imagens incluídas neste projeto, foi captada cerca de um ano antes do inicio deste trabalho e divulgada em rede dois anos depois. Free as a Bird gerou um série de denuncias nas redes sociais e com isto uma vasta discussão a cerca de vários temas, desde maus tratos aos animais até plágios à artistas. Muitas pessoas que se deparavam com pássaros mortos enviavam suas fotos para as redes sociais com a hashtag #freeasajasper, e desta forma, o projeto se mantém vivo até hoje.

